Publicado por: vanevil | agosto 4, 2007

VISITA SÃO LUIZ DO PARAITINGA, ESTÂNCIA TURISTÍCA

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São Luiz do Paraitinga/SP Estância Turistíca

 

DADOS GERAIS, DEMOGRÁFICOS, FÍSICOS

COORDENADAS GEOGRÁFICAS
Latitude: 23° 13′ 23″ – sul
Longitude: 45º 18′ 38″ – W

ATIVIDADES ECONÔMICAS
Agropecuária (leite, milho, feijão, hortaliças, etc).

ÍNDICE PLUVIOMÉTRICO
(mm/ano) 1.300

REGIÃO ADMINISTRATIVA
3ª. Região – Vale do Paraíba

REFLORESTAMENTO
Eucalipto para celulose, carvão em lenha,
recursos florestais.

RESERVAS
Parque estadual da Serra do Mar
Núcleo Santa Virgínia

MUNICÍPIOS LIMÍTROFES
Norte: Taubaté – 45 Km
Sul: Ubatuba – 54 Km
Leste: Lagoinha – 24 Km
Oeste: Redenção da Serra – 35 Km
Natividade da Serra – 65 Km

ÁREA DO MUNICÍPIO
617 Km2

DISTÂNCIA DA CAPITAL
170 Km

ALTITUDE MÉDIA
742 metros

TOPOGRAFIA
Montanhosa, serrana

CLIMA
Temperado com inverno seco

HIDROGRAFIA
Rio Paraitinga, Rio Paraibuna, Rio Paraíba, Rio Claro,
Ribeirão Prata, Ribeirão Turvo e Ribeirão Chapéu

POPULAÇÃO
10.417 habitantes (Censo 2.000)

ELEITORES
Eleição presidencial – 7.769 eleitores

Publicado por: vanevil | agosto 4, 2007

MARCOS BENEDITO – Um guerreiro sem fronteiras

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foto:aparecido vilson pereira

Acredito que ainda é possível as pessoas se relacionarem sem falsidades.
Acredito que as pessoas possam ser valorizadas pela sua capacidade.
Acredito que a confiança em Deus seja a chave para a felicidade das pessoas.
Acredito que seja possível construir um mundo melhor.

Marcos Benedito.

Publicado por: vanevil | agosto 4, 2007

GTSB – Saúde

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 GTSB 1999 – Grupo de Trabalho Santander Banespa.
O GTSB surgiu em meados de 1999, quando alguns funcionários do Banco Santander – portadores de doenças ocupacionais (LER/DORT) e afastados de suas funções – , passou a se reunir regularmente na sede do Sindicato dos Bancários de São Paulo-Osasco e Região, para discutir e encaminhar demandas referentes à Saúde negligenciadas pela empresa.Desde então, o grupo intervém em debates além das questões de saúde, já conta com trabalhadores da ativa não portadores de Ler/DORT e tornou-se um espaço de resistência e tem compromisso de trocar informações com os bancários.
Desafios do GTSB 1999 ;
1 -Divulgar a existência em lugar de trabalho.
2 -Repassar experiências.
3 -Valorizar a participação dos trabalhadores.
4 -Qualificar seus participantes.
5 -Realizar reuniões periódicas.
” Trabalhadores saudáveis contribuem para que a empresa seja forte diga não às doenças Ocupacionais ”
O GTSB tem como proposta principal a prevenção , inclusão e reabilitação dos trabalhadores.

Coordenação.

Publicado por: vanevil | agosto 4, 2007

MOVIMENTO CIVICO PELOS OS DIREITOS DOS BRASILEIROS

São Paulo, 31 de julho de 2007. 

Prezado(a). Colega.  

A Ordem dos Advogados do Brasil, Secção de São Paulo, está liderando o Movimento Cívico pelo Direito dos Brasileiros, que não é apenas o movimento de um setor, mas de toda a sociedade para transformar o Brasil.Tal Movimento, apolítico e apartidário, está pautado em uma mobilização espontânea da sociedade, entidades e lideranças que passaram a dialogar sobre o momento vivido pelo Brasil. Não é um movimento contra o Governo, quer Federal, Estadual ou Municipal, mas a favor do Brasil.Conta, ainda, com uma Campanha, cujo mote é a expressão “Cansei”, em que há a participação da mídia, com exibição de vídeos em emissoras de TV, spots em rádios, além de anúncios em jornais e revistas que enfatizam pontos de indignação da sociedade brasileira.A primeira iniciativa do Movimento será no dia 17 de agosto, às 13 horas, quando conclamamos que o Brasil inteiro faça um minuto de silêncio em respeito aos mortos no acidente da TAM, que completará nessa data um mês.Diante disso, pedimos sua atenção para a importância do referido evento, tendo em vista a sua relevância no atual contexto nacional.Estaremos também ofertando aos governos sugestões e propostas sobre os temas focados na Campanha, como, por exemplo, Impunidade, Corrupção, Carga Tributária, Abandono dos Menores de Rua, Entorpecentes, Insegurança, Apagão Aéreo etc.; temas que há muito são bandeiras da OAB SP.Confiantes no engajamento do colega, renovamos protestos de elevada estima e sinceros agradecimentos.  

Luiz Flávio Borges D’Urso

Presidente

Publicado por: vanevil | agosto 2, 2007

Cuidar da Saúde e o dever de todos.

A hepatite C é uma doença viral do fígado causada pelo vírus da hepatite C (HCV). A hepatite C é a mais temida e perigosa de todas as hepatites virais, devido à inexistência de vacina e limitações do tratamento, e à sua alta tendência para a cronicidade que complica eventualmente em cirrose hepática mortal.

Vírus da hepatite C (HCV)

  • Grupo: Grupo IV ((+)ssRNA)

  • Família: Flaviviridae

  • Género: Hepacivirus

  • Espécie: Vírus da hepatite C

O vírus da hepatite C é um flavivirus, um dos poucos dessa família (que inclui os vírus da dengue, febre amarela e Nilo ocidental) que não é transmitido por artrópodes. Este vírus tem um genoma de RNA simples de sentido positivo (é usado directamente como mRNA na síntese proteica). Reproduz-se no citoplasma e retículo endoplasmático, produzindo dez proteínas virais. Algumas destas proteínas inibem a apoptose (morte programada) da célula e outras inibem a acção do interferon. Tem envelope bilípidico e portanto não sobrevive a condições secas.

O vírus tem uma preferência forte (tropismo), em infectar os hepatócitos do fígado. Os sintomas da hepatite são pelo menos tanto devido à acção necessária do sistema imunitário como aos danos causados pelo vírus.

 Epidemiologia

Há quase 200 milhões de portadores ou doentes crónicos de hepatite C no mundo. Na Europa a incidência é de cerca de 0,3% da população, mas nos EUA é de 1,5%. Em Portugal estima-se que entre 1 a 1,5% da população seja portadora do vírus e que apenas 20 a 25 mil estejam diagnosticados. Em Espanha, Itália e Japão há mais casos. Infecta apenas seres humanos e chimpanzés. Não existem dados confiáveis acerca da prevalência de hepatite C no Brasil.

A transmissão é por infecção do sangue por sangue contaminado, como ocorre em transfusões (hoje praticamente impossível de ocorrer dado o rastreio sistemático de todos os dadores) e troca de agulhas infectadas, piercings e tatuagens em estabelecimentos que não esterilizam cuidadosamente todos os materiais (não só a agulha); pela actividade sexual (4%) e da mãe para o filho recém nascido (4%). No entanto a mulher portadora pode amamentar. Existe um alta percentagem (em torno de 30%) de casos em que não é possível identificar a origem da infecção.

Em Portugal, todas as pessoas que, antes de 1992, se submeteram a intervenções cirúrgicas, que foram sujeitas a transfusões de sangue, e os ex-combatentes da Guerra do Ultramar devem pedir aos seus médicos de família o rastreio da hepatite C (o anti-VHC). É uma simples análise ao sangue. No Brasil, o vírus começou a ser testado entre 1992 e 1993.

Hoje existe tratamento para a hepatite C. Embora ainda não se possa falar de cura definitiva (há necessidade de esperar pelos resultados finais dos estudos observacionais de longa duração em curso) as taxas de resposta mantida variam entre os 50 e os 60% de todos os doentes tratados.

Ao contrário da hepatite B, o vírus da hepatite C não incorpora o genoma celular, permanecendo no citoplasma da célula hepática, pelo que o objectivo de cura completa com a eliminação do vírus C seja, em teoria, possível.

O tratamento consiste numa injecção semanal de Interferão Peguilado junto com 4 a 6 comprimidos diários de ribavirina. A taxa de resposta ao tratamento varia de acordo com o genótipo do vírus (1, 2, 3, 4, 5 e 6). A taxa de resposta pode variar entre 54 e 63% no caso do genótipo 1 e 4, mais de 75% para o genótipo 3, e 80 a 95% dos casos para o genótipo 2. O tratamento dura entre 24 semanas (genótipo 2 e 3) e 48 semanas (genótipo 1 e 4). Estudos recentes levados a cabo indicam ser possível tratar os doentes genótipo 1 e 4 com baixas cargas virais em apenas 24 semanas e entre 12 a 16 semanas os doentes genótipo 2 e 3 caso consigam negativar a viremia a partir da semana 4 de tratamento, mas que ainda carecem de validação de estudos clínicos com um número maior de doentes.

 Progressão e sintomas

Após infecção, o vírus praticamente só se multiplica no fígado. Há vários tipos de progressão.

  1. Em 15% dos casos há hepatite aguda, com icterícia (pele e olhos amarelos), febre, dores abdominais, mal estar, diarreia e fadiga. Segue-se após alguns meses a resolução e cura completa. Os sintomas são devidos à destruição eficiente e rápida pelo sistema imunitário dos hepatócitos infectados e é essa acção que permite a cura.

  2. Em 85% dos casos, incluindo quase todas as crianças, a hepatite inicial pode ser assintomática ou leve. O sistema imunitário não responde eficazmente ao vírus, e o resultado é cronicidade em 70% dos casos. Destes, 15% progridem rapidamente para cirrose e morte; 20% progridem lentamente com cirrose e morte ao fim de 10 anos; e outros 20% após 20 anos. O cancro do fígado surge em mais 5% após 30 anos. Os restantes tornam-se portadores a longo prazo, infecciosos.

O fígado responde de duas formas à destruição das suas células. Inicialmente os hepatócitos regeneram o tecido perdido e mais tarde, com os danos repetidos, inicia-se também a produção de tecido conjuntivo fibroso pelos fibrócitos. Com danos contínuos, a capacidade de regeneração dos hepatócitos é insuficiente, e a fibrose torna-se predominante, levando à cirrose hepática com insuficiência hepática devido ao pequeno número de hepatócitos, que não se podem multiplicar devido à resistência do tecido conjuntivo modelado à sua volta. A cirrose hepática é uma condição inevitavelmente fatal, e mesmo o transplante de fígado só permite a vida durante alguns anos devido à rejeição progressiva do orgão estranho.

A replicação aumentada dos hepatócitos aumenta a probabilidade de outra complicação: o carcinoma hepatocelular. A maioria das mutações genéticas que resultam no cancro ocorrem durante a replicação celular, em que o processo de cópia do DNA conduz quase sempre a alguns a erros. Com a regeneração contínua do tecido do fígado, devida à destruição das células pelo vírus (e resposta imunitária), esses erros acumulam-se. O resultado é que a infecção crónica pelo HCV é uma causa importante do carcinoma hepatocelular – o cancro de longe mais comum do fígado, de mau prognóstico.

 Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico é sorológico, pela detecção de anticorpos por técnicas de ELISA. A PCR pode também ser usada.

Não há vacina ainda, mas a administração de interferon alfa recombinante ou peguilado, associado a ribavirina, tem algum resultado. A taxa de resposta varia de 40 a 80% dos casos, dependendo do genótipo.

No Brasil, recomenda-se que o paciente procure um centro de hepatologia de referência. O SUS fornece a medicação para os pacientes cadastrados embora a demanda seja insuficiente em relação ao número de pacientes.

Obtido em “http://pt.wikipedia.org/wiki/Hepatite_C

Publicado por: vanevil | agosto 2, 2007

Correr , traz inúmeros benefícios para a Saúde

Maratona de São Paulo 2006

Aparecido Vilson Pereira

Maratona de São Paulo 2006

(10Km) 

CORRER , traz inúmeros benefícios para a SAÚDE.

Nos últimos anos a corrida de rua cresce no Brasil. Nunca se falou tanto no assunto como hoje e a quantidade de adeptos aumenta progressivamente, afinal, correr traz inúmeros benefícios para a saúde física e mental, além de ser um esporte que não exige um alto investimento financeiro.Um dos principais motivos pelo qual a maioria das pessoas começa a correr é a busca de uma melhor qualidade de vida. “Correr previne diversas doenças, como a hipertensão, o diabete e a depressão”, explica a professora de educação física, treinadora e conselheira da Associação dos Treinadores dos Corredores (ATC), Martha Maria Dallari. Isso só vem a reforçar o que você já deve ter ouvido falar: correr é saúde.

É claro que todos os esportes, quando praticados de forma correta, só trazem benefícios. Porém, como quem corre não precisa se preocupar com equipe, hora e local definido, a prática fica mais acessível. O mais difícil pode ser começar. Mas depois, como dizem muitos adeptos da modalidade, a corrida se torna um vício.

Outro ponto interessante da corrida é que os praticantes dessa modalidade têm menos preocupações com resultados em relação à maioria dos esportes. “O atleta amador que completa uma maratona em seis horas estará tão satisfeito quanto o profissional que o fez em menos de três”, diz Martha. Isso significa que o prazer de correr é muito maior que a busca por resultados.

Aparecido Vilson Pereira –  Julho de 2007

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